Escritos


“Faz de ti uma pessoa melhor e procura conhecer-te antes de procurares conhecer outra pessoa e esperares que ela saiba quem tu és.” de Rio Abaixo blog.

 

Voltando a necessidade de que eu deve preceder o outro… 

 

Será que é necessário que tenhamos total cohecimento de nós mesmo antes de procurarmos o outro? Devemos ser pessoas melhores para a outra pessoa, ou devemos ser como a gente gostaria de ser e aceitar esse fato, por pior que seja?

Creio que quando escolhemos uma pessoa, a principio alguma coisa nela nos atrai, seu modo de agir, modo de pensar, seu corpo, enfim… Esse “atrativo” por assim dizer, pode ser para nós um chamado de “Venha aqui. Aqui é uma oportunidade de você crescer como pessoa”, “Aqui é buffet livre, vem que tem, mas amanha nao me liga”, “Eu preciso de alguém pra ser feliz… quer ser feliz comigo?”, entre outros taantos. Obviamente esoclhemos o qual nos mias convem no momento, e assim vivemos. Podemos hoje, ser pessoas que não dão importancia a melhorarmos como pessoa, simplesmente saciar nosso desejo interminável de algo. Algo que podemos até já possuir anteriormente de estarmos a procura, e não percebermos o que essa coisa que procuramos é, e nem onde podemos procurar.

O que estamos constantemente procurando é a nossa felicidade, um rumo a sermos melhores, sermos completos. 

 

 

E COMO FAZER ISSO SOZINHOS?!

 

HÁ MANEIRAS?!

 

E se nao fizermos isso sozinhos, quem envolverá?

 

Envolverá amor?

 

E o amor, me pergunto, nos trará a felicidade que tanto procuramos?

Ah! Isso me faz pensar no amor e na felicidade como um espiral, (como é usado esse termo…), a felicidade e o amor estão juntos!! E em um processo ciclico-espiral!!

E agora me surge, e quando há amor, não correspondido, e somos mal-tratados? Ah! Resposta simples, pra mim, nosso “atrativo” é enganoso. O que nos atrai é um engano. Mas assim nos conformamos e vivemos, sendo infelizes na esperança de uma felicidade que nunca chega…

 

A felicidade e o amor, fazem da gente pessoas melhores, faz nos conhecermos da maneira que mais deveriamos nos conhecer, com todos nossos defeitos, qualidades, e assim com tudo aceitarmos, vivermos essa condição e buscarmos então, sermos uma pessoa melhor.

 

Por isso completo a frase do título desse post:

“Conhece-te a ti mesmo…

…AMANDO.”.

Somos um rosto?

Um sorriso?

Somos um corpo escultural?

Uma vida?

Uma vida desperdiçada?

Uma vida dispersa?

Um rosto sorrindo na multidão?

Um coração aberto?

Somos somente para quem amamos?

Ou somos para quem vivemos?

Vivemos por viver?

Ou vivemos por que somos?

Nosso coração feliz é?

Ou nossa vida que somos nós?

Quero saber…

Donde vem essa vontade de ser, mas o que é o ser? Será que é importante pensar que somos o que a sociedade nos impõe? Ou que somos fruto de um conflito com nossos pais?

Não.

Não acho importante considerar nada disso, nós somos, o que pensamos, somos como agimos, como agimos naturalmente, como agimos em casa, sim, é somos irritados, mas carinhosos. Não, nossa essência não é consumista, nossa essencia quer ser alguma coisa que não somos. É nossa essência nem sempre é tão bonita quanto aparenta, não tem tanto brilho, tanta marca, alias, alma, ou a nossa essência, nossa razão de viver, tem marca? É, pois eu queria comprar uma. Mas felizmente não preciso, tenha a minha bem aqui.

Não precisamos ser para os outros, não precisamos ser bonitos, muito menos ter uma Ferrari, ou uma Mansão. Não precisamos ser para os outros, mas sermos nós mesmos, é… aquele alguém que está longe de ser. Aquele quem você quem sabe deixou de ser há muito tempo, aquele “ser” que te deixava feliz.

Ser alguém, é estar de bem com a vida, é estar perto de quem você ama, e poder ser você, é poder curtir um belo pôr-do-sol ou até esperar a noite inteira para ver o sol nascer, é ter dentro de você a felicidade em fazer as coisas por prazer, fazer o que se gosta. É não adiar um compromisso, por que é um compromisso, mas fazer ele, pois gosta, e é necessário.

É ter a felicidade que irradia em ver como as coisas vivem em completa harmonia, por mais caótico que pareça o mundo. É ter um sonho realizado.

É SER.

Óreon Souza.

É complicado falar em religião, sem ter um mínimo de imparcialidade, não deixar que as crenças influam nos argumentos a serem expostos, por isso devemos estar abertos a novos horizontes religiosos. Mesmo sendo um mundo “mente aberta”, há muita repressão, somos reprimidas até mesmo aonde achamos que somos mais libertos, na escolha religiosa ou até mesmo quando se trata do assunto sexo.
Não se trata das Cruzadas, ou de outro fato histórico passado. Trata-se até que ponto as religiões são capazes de persuadir o “fiel” para aderir, ou repudiar tal crença.
Claro que a maioria das religiões cristas, repudiam se uma as outras, é natural.
Imaginam-se que troquemos os termos usados, e usemos como a Igreja sendo uma empresa, seria assim:
· Fiel seria cliente; seria uma forma melhor de representar o que REALMENTE é.
· Igreja seria a empresa; auto-explicatório, o primeiro justifica o segundo.
· Deus, ou o ser supremo da crença, seria o; agora pode alguém me criticar, reforço, estou tentando ser realista e imparcial, e é o que desejam que os clientes, fiéis no caso, creiam, ou comprem.
Ok, sabemos o básico, e também que só o básico não basta, há muito mais do que estes três termos, o restante seria praticamente irrelevante, e não cabe a mim citá-los. Por que fiz esta classificação? Para sermos menos parciais, e sairmos da religião, e percebemos como ocorre o processo de recrutamento, que não passa um jogo de market boca-a-boca.
Assim que freqüentamos uma igreja, nos são apresentadas o propósito, os benefícios – estes sempre são muitos – ,o porquê de não escolhermos outra, o produto, os rituais, e tudo o que PRECISAMOS saber. O que não precisamos saber, que seria o porquê daquela linha de pensamento, como foi criada, por quem e qual o contexto que foi criada, muitas vezes não nos são apresentadas, algumas dessas informações nós podemos adquirir através do raciocínio e de certos pontos que nos são apresentados, porém há muitas delas que não podemos saber, pois assim, abalariam a estrutura e os princípios da crença, e de outros pontos, seria quase que os bastidores, essas informações que não podemos ter acesso.
O que não sabemos de uma igreja, é o que sabemos de outra, por exemplo, como surgiu. Então nesse ponto é que entra a disputa, elas usam golpes baixos de psicologia e persuasão, cada um com suas armas, sejam elas mais discretas, ou não assim o mundo que pensa em seguir uma religião, vai se fragmentando, excluindo e perdendo oportunidades de conhecimento do Universo.
Um exemplo dessa perda, seria nós voltarmos uns 600 ou 700 anos, e vermos o que era a religião católica, uma religião extremamente fechada aos princípios científicos (por quê?!), pois estes poderiam ferir e fazer com que a religião começasse parar de trazer as respostas aos seus fiéis, e sim perder espaço e ter que procurar “remendar” aonde havia falhas em seus princípios, agora, adivinhe o que ocorreu?
A igreja percebeu que não era somente um cientista que provava algo que realmente era, e é verdade, como o fato da Terra não ser o centro do Universo; agora nem voltando muito tempo, vamos para Darwin, que propôs a Teoria da evolução das espécies, um fato totalmente oposto a verdade imposta pela igreja, agora em fatos mais recentes, a Teoria do BigBang, tudo contradiz À igreja católica, e ela,hoje chega ignorar e tentar reprimir, hoje não há mais um domínio rigoroso e garantido.Tambm não podemos negar que o catolicismo fez um grande papel no desenvolvimento das artes, e em algumas ciências também. Para manter seus fiéis ela foi se renovando conforme o tempo, se atualizando e procurando respostas para as quais não havia, então para não confundir a cabeça do fiel, elas eram pouco a pouco infiltradas na mente deles pouco a pouco nas missas. As pesquisas e tudo o que fez do catolicismo uma grande religião foi adquirido grande parte quando era “vendido um lugar no céu” para os ricos no feudalismo.
Querendo ou não estamos rumando para uma nova era de pensamento, um pensamento quem sabe sem Deus, ou melhor, sem aquele que criou o mundo em 7 dias, mas um outro que vive, e nos alimenta de esperanças, um Deus próprio de cada pessoa, poderíamos chamar isso de algum outro nome, mas por que não continuar chamar de Deus?
Poderíamos classificar Deus como um estado psicológico consciente, que faz uma ligação com o inconsciente para poder alcançar aquilo que tanto se anseia, em outros casos poderíamos chamar de esperança, determinação, ou mesmo fé, que seria a fusão dos dois anteriores.

Bem este foi mais um dos textos que escrevi e tirei do fundo do baú, escrevi há cerca de um ano. Espero que gostem e possam dar sua opinião sobre.

Obrigado e até a próxima!

“O propósito da nossa vida é nao darmos propósito a ela”.

Precisamos chegar ao fundo do poço para saber como é lá em baixo. Precisamos sentir sentimentos ruins, sentir culpa, remorso, ódio, medo para sabermos como é e podermos dizer,: “eu sei como é isso” para outra pessoa. Nós nao sabemos o que os outros sentem, não podemos advinhar eles, muito menos podemos compartilhar a dor deles. A dor nos é única, não dividimos ela com ninguém, só, e somente nós atribuimos valores e sentimetos as coisas, e quando perdemos, a nossa dor é punica, ninguém divide ela. Bom seria se pudessemos compartilhar nossa dor com outras pessoas. “Ei Fulano, quer sentir um pouco da minha dor de ter perdido alguém que eu amava? Quer dividir da minha tristeza por ter traído a confiança de quem eu jurei que não iria trair? Quer dividir o meu desespero por ter perdido coisas que eu valorizava EM MIM MESMO?!”. Não isso nao é possível, infelizmente, nao podemos. Ou ainda que tal se pudéssemos embrulhar nossos sentimentos e dizer, tchau para eles? Ou se pudéssemos doar eles à alguém que se sente muito feliz, ou muito triste? AH QUE BOM SERIA!

Se acaso um dia alguém que lhe proporcionou a dor, lhe disser que é dificil a dor, não lhe dê ouvidos, pois ele não sabe o que VOCÊ sente, mas sim o que ele sentiu. Sentimentos são coisas abstratas. Abrstratas de se  descrever, podemos dizer que é excesso ou falta de um tal neurotransmissor, MAS QUEM SE IMPORTA COM ISSO?! Sabemos o que sentimos, e não estamos com um medidor de substancias nos nossos corpos que diz o quanto feliz estamos ou então o quanto tristes estamos. Tudo depende do indivíduo que sofreu. Se duas pessaos estiverem felizes, e fosse possivel medir o quanto de “felicidade” cada uma tem, mesmo que tivessem igual quantidade, seria diferente, por vivências diferentes.

Nós psicólogos,ou então seres normais da vida, devemos valorizar a pessoa como detentora de seus sentimentos, como detentora de suas especulações, de seus valores e experiencias, e nao simplesmente enquadrar em determinada teoria, ou seja lá o que for, mas devemos valorizar o ser em suas multiplas facetas, em suas multiplas variáveis de possiveis variáveis.

Na próxima vez que disser: “sei o que está sentindo”, pense duas vezes, e não fale uma (desculpa) porcaria dessas.

“Somente alcançamos a imortalidade com nossos pensamentos”.

Neste desejo escrever algo meu, que pensei, diferente dos outros posts, com excessão ao primeiro que tambem foi algo que eu mesmo escrevi.

Hoje desejo comentar sobre duas forças que nos movem, a motivação e crenças que temos.

Primeiro vamos nomear as duas, coisa que eu adoro fazer. Motivação é considerado como sendo o conjunto de forças internas que movem o sujeito a um objetivo, este pode ser de ordem das necessidades, dita primária, ou então de origem social, sendo estas consideradas como secundárias, pois pode estar ligada a uma motivação primária. Por exemplo: sair de noite para uma festa, esta pode estar ligada a uma motivação sexual, a possibilidade de achar um parceiro sexual.

Crenças em psicologia, de forma suscinta, é tudo aquilo que temos por nós, ou seja, tudo o que onsideramos de nó, o que pensamos de nós. Pode incluir a auto-imagem, pensamentos sobre o mundo e sobre as coisas, sobre os outros também. Resumindo ainda mais, é tudo aquilo que acreditamos sobre as coisas.

Como pode-se perceber, elas estão muito ligadas, pois se procura algum objetivo que esteja dentro de seu padroes de crenças e que de alguma maneira provoque sua motivação, ou seja, um objetivo motivacionado. O que estou pretendendo explanar, são alguns eventos de nossas vidas em que embora possuirmos motivaçoes, que podem ser tanto externas, quanto internas, tentamos fazer algo e acaba saindo como não gostaríamos, acabamos ficando totalmente contrariados e com um terrível mau humor.

Essas situaçoes ocorrem em nosso dia-a-dia, toda a hora, em graus maiores oumenores, seja quando alguém nos chama para fazer algo, sair à noite por exemplo, o que pode ser uma motivação externa, buscando o prazer sexual, digamo. E em qualquer outro momento, seria agradável sair, porém após algum tempo, se descobre que justamente naquela noite, alguém de quem não gostamos estará. Pronto, toda aquela vontade de sair que existia, se transformou e o que seria uma motivaçao, acabou virando algo para “repelir”. Podemos dizer que houve processos com a motivaçao para deixar acontecer isso, que a motivaçao foi a causadora desta repulsa, mas me diga, se nao fosse a pessoa desagradável, continuaria indo, não? digamos, que o evento trata-se de um pequeno grupo de homens, dois, para simplificar, indo em uma festa em que houvese uma ex-namorada de um deles; se não fosse o fato ocorrido entre estes dois, haveria algum problema na festa? Creio que não. Eis o fato! Crenças, sentimentos sobre outras pessoas, ou coisas, chegamos ao ponto em que eu queria. A crença influencia na maneira que vamos direcionar nossas motivações, sendo elas tanto primarias quanto secundárias.

E um tom um tanto irônico termino, e digo: depois disso tudo, cuide na próxima vez, se está tudo certo quando for sair.

Logo mais, estarei de volta, continuem visitando.

Uma breve explicação do que irei postar nesse blog:

  • Notícias do mundo da psicologia que eu ache interessante, para isso tentarei manter o máximo de atualização;
  • Artigos sobre diversas linhas e pensamentos da psicologia;
  • Pensamentos e textos meus.

Bem, de inicio, eis algo que escrevi há algum tempo.

E se…

… Nós nos deparássemos em um vilarejo aonde nada possui nome, nada é rotulado, tudo simplesmente É, será que conseguiríamos viver, sem precisar dizer nomes, simplesmente usá-las, saber o seu significado, mas não precisar nomeá-las?
Em meu ponto de vista, seria algo impossível para alguém como nós que nomeamos até seres microscópicos. Teríamos que nascer neste lugar, só assim aprenderíamos um novo modo de ver o mundo, sem preconceitos, o mundo seria algo com modelagens múltiplas, quando cada um enchergaría de um modo “igual”, porém com pensamentos diferentes e únicos.

Por que nao deixamos nossos preconceitos de lado e vivemos uma vida “sem rótulos”?
Os preconceitos atrapalham, em tudo, seja na rua, em festas, no dia-a-dia, no trabalho, só fazem com que tenhamos uma vida mais árdua, mais complicada, pois sempre tentamos fugir deles, mas não conseguimos, eles nos rodeiam!
Um copo d’água, uma abóbora, uma bola, tudo é formado de conceitos que são elaborados por nós mesmos, ou que são impostos pela nossa cultura, até antes de conhecermos as tais coisas, ou até mesmo antes de saber o que é um conceito.
Isso se aplica quando vemos uma pessoa e antes de trocar uma palavra, já a rotulamos de algo que tenhamos pensado só no fato de a visualizar. E, que não maioria das vezes, é errada, e também sem fundamentos.”

Espero que gostem.